O uso de software avançado que cruza milhares de dados estatísticos (Expected Goals, posse de bola, histórico de lesões) está a tornar-se comum entre apostadores profissionais. Discutimos aqui se estas ferramentas retiram a "alma" e a intuição do desporto ou se são simplesmente a evolução natural do apostador moderno que procura uma margem matemática contra a casa. Qual é o limite entre o estudo rigoroso e a dependência total de algoritmos?
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